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16 de agosto de 2015

Resenha: Filme "Homem-Formiga"

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Olá pessoal! Como estão?

Recentemente lançou um filme solo de um dos personagens fundadores dos Vingadores da Marvel: o Homem Formiga.  Eu como amante desse universo de super heróis, fui correndo pro cinema assistir e agora escrevo essa resenha para vocês.

Trailer:

Bom, o filme tem como introdução a demissão do Dr. Hank Pym (Michael Douglas) da S.H.I.E.L.D. em 1989. Depois, já nos tempos atuais, temos a saída de Scott Lang (Paul Rudd) da cadeia. Lang decide arrumar um emprego, não voltar para a vida dos roubos e acertar com sua filha Cassie (Abby Ryder).

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Arrumar um emprego e principalmente, permanecer em um são duas coisas muito difíceis para um ex-presidiário. Precisando de dinheiro, Scott Lang aceita a proposta tentadora do seu amigo e ex-colega de cela, Luis (Michael Peña), de invadir a casa de um milionário. Depois de algumas surpresas e improvisos, Lang entra no cofre e encontra a roupa do Homem Formiga. Com mais algumas surpresas e ações é revelado o plano do Dr. Pym. Scott recebe um "treinamento" com o Dr. Pym e sua filha Hope (Evangeline Lilly), para se tornar o Homem Formiga, dar conta do plano e salvar o mundo.

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O Homem Formiga, apesar dele fazer parte do grupo Os Vingadores, não é um personagem mediano e não tem tanto destaque solo nos quadrinhos. Assim como no Guardiões da Galáxia, a Marvel fez uma grande aposta com a produção desse filme. E, ó, eles acertaram mais uma vez.

O personagem é bem apresentado e teve um ator que o soube atuar muito bem. Scott possui problemas pessoais semelhantes com os do Dr. Pym, isso faz com que ele realmente seja o Homem Formiga, sem criar dúvidas em nossas mentes. A ligação feita com o resto do universo Marvel é natural, sensata e criativa. O mesmo acontece com o humor do filme, o foco não é a comédia mas, como é uma característica da Marvel, existem as cenas engraçadas que não são nem um pouco forçadas: quem está assistindo ri, até mesmo, sem perceber. Esses "detalhes" citados fazem com que o enredo seja bem feito e tenha um bom desenvolvimento.

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Uma coisa que merece ser destacada são os efeitos especiais. A Marvel fez um show com os detalhes 3D e com os das cenas - que possuem uma ótima proporção de escala, vale ressaltar. O misto do normal, do micro, do macro e as ações da história prendem a atenção e empolgação de quem assiste.

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A nova obra da Marvel fez com que as pessoas saíssem do cinema querendo mais e as cenas extras nos créditos e pós-créditos (não saia do cinema antes dos créditos!) fizeram com que todos saíssem fazendo perguntas... Tchan-tchan-tchan-tchaaaaaan.

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Recomendo muito esse filme.  Para finalizar esse post, acendo a sua curiosidade avisando que - principalmente se você é uma pessoa sensível - é bom preparar o coração para a formiga Anthony. ;)

A nota para esse filme é: 9.

Beijos e até a próxima,

Ana Cristina Rocha


2 de março de 2015

Os filmes que mais quero ver e que lançam esse mês!

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Hello, pessoal!

Ontem começamos o mês de março. Nossa só eu que estou sentindo o tempo voar? Março promete pra mim, viu, principalmente no "voltas as aulas": último ano do ensino médio e concluir o técnico, começar a estudar pro Enem... Além desse lado, durante o mês  teremos muitas estreias no cinema! Uhuul, minha parte preferida! Resolvi então fazer uma listinha dos filmes que mais quero ver e que lançam, no Brasil, esse mês.Vamos conferir?

5 de março - Simplesmente Acontece

Trailer: 



Sinopse:
Os jovens britânicos Rosie (Lily Collins) e Alex (Sam Claflin) são amigos inseparáveis desde a infância, experimentando juntos as dificuldades amorosas, familiares e escolares. Embora exista uma atração entre eles, os dois mantêm a amizade acima de tudo. Um dia, Alex decide aceitar um convite para estudar medicina em Harvard, nos Estados Unidos. A distância entre eles faz com que nasçam os primeiros segredos, enquanto cada um encontra outros namorados e namoradas. Mas o destino continua atraindo Rosie e Alex um ao outro.

Já indicamos e falamos desse filme pra vocês no primeiro post da Catarina aqui no blog. O filme é baseado no livro "Love, Rosie" da mesma autora de "PS. Eu Te Amo"  - história que eu adooooro -, já teve sua estreia nos EUA, mas aqui no Brasil ele chega nos cinemas na próxima quinta-feira, dia 5/03. Desde o primeiro momento que vi o trailer fiquei super interessada no filme e morrendo de curiosidade para saber se o filme é bom. Ele tem o típico jeito de "filme que amo", estou apostando bastante nele e super ansiosa pra quinta, hahahahaha.

12 de março - O Sétimo Filho

Trailer:



Sinopse: 
Em um tempo de encantamento em que lendas e magias se colidem, o único guerreiro remanescente de uma ordem mística (vencedor do Oscar Jeff Bridges) viaja para encontrar um herói profetizado que nascera com poderes incríveis, o Sétimo Filho (Ben Barnes). Arrancado de sua vida tranquila de colono, o improvável jovem herói embarca em uma aventura ousada com o seu mentor para combater a rainha da escuridão (Julianne Moore) e o exército de assassinos sobrenaturais que assombram o reino.

Gente, olha esse trailer! Fiquei empolgada para ver esse filme depois de ler sobre e ver esse trailer... Sou fã das fantasias e ele conta com um elenco muito bom, como o Jeff Bridges e a ganhadora do Oscar 2015, Julianne Moore. Esse filme também é baseado em livros: a série "O Aprendiz" - uma série que tenho vontade de ler um dia e já ouvi coisas boas dela...  Também já teve o seu lançamento nos EUA (6 de fevereiro), mas dia 12/03 ele está aí pra gente.

12 de março - Dois Lados do Amor 
Trailer:



Sinopse: 
Nova York, Estados Unidos. Connor Ludlow (James McAvoy) e Eleanor Rigby (Jessica Chastain) são casados, mas a incurável dor de um trágico acontecimento a faz deixar repentinamente o marido e a vida que levava até então. Enquanto ela tenta recomeçar e busca novos interesses, ele tenta reencontrar o amor desaparecido e entender o que de fato aconteceu.

Ai, outro romance... <3 Também já lançou nos EUA e chega aqui dia 12/03. Conta com um elenco muito bom: James McAvoy, Jessica Chastain, Viola Davis; e só li críticas boas sobre esse filme, viu!? Típico filme que gosto, daqueles que você se prende e fica torcendo pra um final feliz. 

12 de março - Mortdecai - A Arte da Trapaça

Trailer:



Sinopse: 
Charlie Mortdecai, marchand cortês e trapaceiro, faz malabarismos com alguns russos enfurecidos, o Mi5 britânico, sua esposa de pernas tortas e um terrorista internacional. Mortdecai precisa atravessar o planeta armado somente com seus olhares especiais e charme irresistível, em uma corrida para recuperar um quadro roubado, que segundo os rumores, contém uma senha para uma conta perdida em um banco, cheia de ouro Nazista. 

Gente! Para tudo! Tem o Johnny Depp... Me explica como esse filme pode não despertar o nosso interesse? Apesar do filme ter recebido críticas não muito "legais", ainda quero ver essa comédia. Além do elenco, o que me chamou a atenção é o fato da história conter Russos, nazistas e tesouros... 

12 de março - Para Sempre Alice 

Trailer:



Sinopse: 
A Dra. Alice Howland (Julianne Moore) é uma renomada professora de linguistica. Aos poucos, ela começa a esquecer certas palavras e se perder pelas ruas de Manhattan. Ela é diagnosticada com Alzheimer. A doença coloca em prova a a força de sua família. Enquanto a relação de Alice com o marido, John (Alec Baldwinse), fragiliza, ela e a filha Lydia  (Kristen Stewart) se aproximam.

O motivo de eu querer ver esse filme é: curiosidade. Claro, a sinopse e trailer despertaram o meu interesse, massss, o Oscar ganha como ativador "de desejo de ver esse filme". A grande ganhadora de "Melhor Atriz" 2015 foi Julianne Moore, com o seu papel da Dr. Alice Howland, uma professora que descobre a sua doença de Alzheimer precocemente. E é daí que o drama parte: a doença fragiliza o casamento de Alice, mas por outro lado leva a aproximação da mulher com a sua filha. Parece um belo drama, em!?

19 de março - Insurgente 
Trailer:



Sinopse: 
 Os riscos para Tris aumentam quando ela sai à procura de aliados e respostas nas ruínas de uma Chicago futurista. Tris (Shailene Woodley) e Quatro (Theo James) são agora fugitivos, caçados por Jeanine (Kate Winslet), a líder da elite Erudição, faminta pelo poder. Correndo contra o tempo, eles precisam descobrir a causa pela qual a família de Tris sacrificou suas vidas e por que os líderes da Erudição farão tudo para impedi-los. Assombrada pelas escolhas do passado, mas desesperada para proteger quem ama, Tris, com Quatro a seu lado, encara um desafio impossível atrás de outro, ao desvendar a verdade sobre o passado e também o futuro de seu mundo. Desafie a realidade, busque a verdade.

Ah, esse aposto que muitos aqui conhecem! Insurgente é a continuação do filme Divergente. Os dois são  baseados nos livros da saga Divergente, uma série que fez grande sucesso com o público jovem. O primeiro filme é ótimo e claro, não deixarei de ver o próximo. No dia 19 olha eu lá no cinema! 

Tem muitas outras estreias, claro, mas essas são os meus filmes  mais aguardados. E assim que eu assistir eles escrevo resenhas aqui no blog, que tal? Agora pergunto pra vocês: E quais são as estreias mais aguardada por vocês nesse mês? Conta aqui pra gente e vamos papear um pouco! o/ 

Beijos, 

Ana Cristina Rocha

24 de fevereiro de 2015

Para ver: Novo filme da Lily Collins

Olá, pessoal!

Que tal vermos um pouco da filmografia dessa gata da Lily Collins? Fiquei apaixonada com seu novo corte de cabelo, mas ainda amo vê-la com o cabelão longo. Enfim, não vejo a hora de assistir a esses filmes novamente e me aventurar nos livros que são muito bem criticados! Britânica de apenas 25 anos e rostinho de 19, começou com pouco espaço nas telinhas e assim que perceberam seu talento, foi ganhando cada vez mais espaço deixando muita gente feliz! Hahaha



Com crítica de 7.7/10 pelo IMDb, Um Sonho Possível conta a história verídica de Leigh Anne e Sean Tuohy. Nesse filme que concedeu à Sandra Bullock um Oscar, ela atuou como a mãe de Michael Oher, um garoto sem teto, amor e carinho. E com pouco mais de duas horas, nós podemos assistir à superação de Michael com todo o apoio da nova família tentando uma carreira no futebol americano.
Estreou dia 19 de março de 2010, de acordo com o adorocinema.com, e tem como diretor John Lee Hancock, que também esteve envolvido com as gravações de A branca de Neve e o Caçador. Ok, mas cadê a Lily? Ela faz parte da família e não teve muitas cenas. Interpreta uma líder de torcida chamada Collins Tuohy e foi um bom começo, já que depois desse filme fez vários outros.

Vale a pena dar uma conferida! Com treinadores de verdade e cenas dos verdadeiros construtores dessa emocionante história nos créditos, faz com que você sinta um toque a mais de realidade.


5.5/10 pelo IMDb, Espelho Espelho Meu estreou dia 6 de abril de 2012 e tive o prazer de assisti-lo no cinema. Com pouco mais de uma hora e meia, acompanhei a mais uma filmagem de A Branca de Neve e os Sete Anões e não me decepcionei. Lily faz a personagem principal e a belíssima Julia Roberts a rainha. O cenário e as roupas são incríveis e se você procura um filme que não saia muito da linha original, mas que ainda sim tenha algo especial, não irá se arrepender. Com a direção de Tarsem Singh, que também dirigiu Imortais, ele manteve suas características e fez um filme de ótima cenografia.

Com uma Branca de Neve mais corajosa e anões com características diferentes das quais estamos acostumadas, podemos também ouvir a Lily cantando bem no finalzinho, em um clipe muito divertido e dançante.  Ah, algo interessante: ela já havia tentado um outro papel dessa princesa, mas perdeu lugar para Kristen Stewart em A branca de Neve e o Caçador.

Eu particularmente amei todas as cenas e fiquei com a música tema na cabeça durante semanas! Hahaha



Temos agora Os Instrumentos Mortais: Cidade de Ossos! Sim, baseado no primeiro livro da saga de Cassandra Clare! Ebaaa! Crítica de 6/10 pelo IMDB, durou um pouco demais, com quase duas horas. O problema não foi o tempo e sim as escolhas. Reclamam um pouco da falta de expressão da Lily desde sempre, mas nada que se compare a da Kristen ou da Megan Fox, na minha opinião, e também da má escolha dos personagens. Todos que conheço e que são fãs os livros, disseram que Jaime Bower como Jace Wayland não remeteu a verdadeira beleza do personagem. E eu mesma percebi que o Alec Lightwood, interpretado pelo Kevin Zegers, deveria ter ficado com outro personagem, ganhado mais espaço ou algo do tipo. Enfim, o filme agradou a quem já gostava mesmo antes de ter assistido. Para aqueles que não conhecem a história pode ser piegas, com beijos forçados na chuva e um filme que não vai chamar muita atenção. 

Eu assisti e fiquei com mais vontade de saber o resto da história, então para quem deseja se aventurar nos livros, talvez seja um jeito de ter uma ideia do que esperar, contando que não leve muito a sério e se divirta! Com estreia dia 23 de agosto de 2013, teve a direção de Harald Zwart, que também fez o Karatê Kid de 2010, e para os que, assim como eu, gostaram do novo filme, vale a pena dar uma conferida nesse outro trabalho do diretor.



Estreiou dia 14 de fevereiro de 2014 e tem quase uma hora e meia de filme. Eu adorei! Ligados pelo amor, com a direção de Josh Boone, que também dirigiu A culpa é das Estrelas, fala sobre literatura e relações familiares, além de mil outras coisas. Recebeu 7.3/10 pelo IMDb e tem como irmão da Lily, Nat wolff. Além dele, também temos Greag Kinner como pai e Jennifer Connelly como mãe. E não podemos nos esquecer do lindo Logan Lerman! A história se desenvolve a partir do pai escritor que não superou a ex-esposa. Ah, é uma comédia romântica que toca no drama. Lembro-me que assim que terminei de assistir, fiquei admirada de como o tempo havia passado rápido e senti aquele gostinho de como a vida é boa. Com cenários de festas e praias você não se cansará olhar pra tela nem um minuto, e se ainda curtir escrever, ai que não tem erro! Hahaha A trilha sonora também é de primeira.



E com estreia marcada para dia 5 de março de 2015 esperamos que Simplesmente Acontece seja muito bom! Com um pouco mais de uma hora e meia e canções folks durante todo o tempo, tem muito o que nos surpreender. Com avaliação de 7.5/10 pelo IMDb, o diretor Christian Ditter escolheu passar a história em doze anos ao invés de quarenta e cinco, como é no livro de 2004 da escritora Cecilia Ahrn: Onde Terminam Os Arco-Íris. Acho que o livro Simplesmente Acontece foi um segundo lançamento do mesmo.

Com cenários de nascer e pôr do sol, acredito que passará aquela ideia de comédia romântica que deixa todo mundo querendo um par depois de assistir. No elenco também temos Tamsin Egerton – que atuou junto com a Emma Roberts no filme 4.3.2.1 – e Sam Claflin, que atuou nos dois filmes de Jogos Vorazes, na Branca de Neve e o Caçador, em Piratas do Caribe 4 e no filme de terror A Marca do Medo, que fica na média.

Eu com certeza não vou perder a chance de conferir esse filme e vocês deveriam fazer o mesmo! Hahaha A história se passa entre dois amigos e a vida parece estar representada nas desavenças durante o enredo. Já notei críticas dizendo que o filme é água com açúcar, enquanto outras que dizem que aquilo é a realidade e que foi retratada na medida certa. Bom, eu com certeza vou reparar nisso quando estiver assistindo a essa obra, e vocês também podem nos contar se acharam exagerada nos desencontros ou se gostaram do que viram.

Créditos
Collins ainda está crescendo em sua carreira e vejo ótimos filmes em seu futuro – me senti uma cigana agora. Espero que tenham gostado, e qualquer dúvida ou sugestões, deixem por favor nos comentários, assim como o que acham desses filmes e quais são suas expectativas para esse último projeto dela.

Até mais,
Cat


23 de fevereiro de 2015

Recomendo/ Resenha: Filme "Piaf - Um hino ao amor"


Fonte / Edição: Só Mundo Meu

Folheando uma revista enquanto espero minha irmã no salão de beleza, encontro uma reportagem falando sobre os indicados ao Oscar deste ano. Claro que na hora me joguei na matéria e no meio da leitura, sendo mais especifica: na parte do filme Dois dias, uma noite - que está sendo indicado na categoria de "Melhor Atriz" com a atuação de Marion Cotillard - citam o filme Piaf - Um hino ao amor, um filme que levou dois Oscars em 2008 (Melhor Atriz e Melhor Maquiagem).

O nome desse filme chamou bastante a minha atenção, pois era o mesmo filme que eu já tinha esbarrado em uma das minhas buscas de filmes na Netflix. Fiquei interessada, assisti e estou aqui escrevendo essa resenha para vocês. Bora conferir:

Trailer:

Piaf - Um hino ao amor é um filme francês, dirigido por  Olivier Dahan e conta, através de um roteiro não cronológico, a vida da famosa cantora Édith Piaf, da sua infância até a sua morte. Uma vida que nunca foi fácil, teve muitos problemas e obstáculos desde seu nascimento.

Édith Giovanna Gassion nasceu em Paris no meio da 1º Guerra Mundial,  foi abandonada pela sua mãe, que cantava na rua em busca de trocados. Seu pai a pegou e ela foi criada durante um tempo no Bordel da sua avó paterna. Nessa época, Édith quase ficou cega, mas sempre recebeu os carinhos e cuidados das prostitutas da casa. Quando recuperada da sua infecção, Édith foi viver com o seu pai que era um contorcionista. Durante esse período, aos 9 anos, ela descobriu o seu talento e a partir daí ela começou a cantar na rua para ganhar o seu dinheiro e o do pai. Em uma das suas apresentações na rua, Édith foi descoberta por um dono de cabaré, onde começou a fazer apresentações e ficar conhecida. Em pouco tempo "Piaf" conquistou todos com sua maravilhosa voz.

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Entretanto, como eu disse, a vida dela nunca foi fácil. Ela é acusada de um crime e sua carreira desmorona. Para Édith voltar não foi muuuito fácil, mas quando voltou, conquistou o mundo e o seu sucesso foi o que todos conhecem. Mas atrás de todo esse sucesso, ela passou por muitas coisas que vão a perda do seu amor até o vício pela morfina e o agravamento de sua doença.

Duas coisas que DEVEM ser destacadas no filme são: a maquiagem e atuação de Marion Cotillard. Não é à toa que o filme ganhou os Oscar e outros prêmios. Apesar da atriz ser mais alta que a "Pequena Pardal", Marion faz uma excelente atuação - eu amei -, transmite as emoções para nós em todas as cenas. Cotillard e esse papel é aquela velha historia que "não teria um ator melhor". A maquiagem também ajuda a transmitir Piaf para quem assiste.

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Ahhh, uma outra coisinha é: a trilha. No filme, você desfruta a real voz de Édith Piaf. Claro, seria difícil alguém reproduzir a voz da cantora, mas achei bacana essa parte, uma vez que em muitos filmes e documentários biográficos nem sempre a trilha é com as gravações do cantor retratado.

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O filme conta tudo que disse acima e mais - claro - em um roteiro não cronológico, como já foi dito. Esse fato do roteiro pode criar certa confusão e até um desconforto para a pessoa que está assistindo, sinceramente, quem não tem um prévio conhecimento sobre a vida de Piaf ou ler um resumo (que seja) da sua biografia, não vai entender muitas passagens e deixará passar muitas cenas despercebidas. O motivo, que dá para se entender, desse "formato" de roteiro é que todas essas passagens são lembranças de Édith no seu leito de morte, por isso o: "infância, doente, jovem, infância, cantando, leito de morte, infância, acidente, início da carreira, mais velha" e por aí vai... O lado bom disso: você vai ficar bem curioso e vai pesquisar sobre a cantora - foi o que fiz. Mas aí você perceberá um lado ruim: algumas cenas poderiam ter sido um pouco mais trabalhadas; um pouco mais aprofundadas e lendo sobre Piaf, você sente falta de alguns acontecimentos  e explicações no filme.

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No final de tudo:  recomendo SIM esse filme. Sim, para quem não gosta de drama: existe o drama. E sim, o roteiro cria uma pequena confusão, mas... existe uma excelente atuação e a história de uma grande cantora. Pode colocar o filme na sua listinha, vale a pena.

Minha nota: 7,5.

Beijos e até a próxima,

Ana Cristina Rocha 

PS.: Quem é mais novo e acha que não conhece Édith Piaf, lembra do filme "Babe: O Porquinho Atrapalhado na Cidade"? Agora, lembra da música que os ratinhos cantam? Então, essa música dos ratinhos é a Non, je ne regrette rien, um dos grandes sucessos de Piaf - e minha música preferida dela.

23 de junho de 2014

Resenha: Filme "Malévola"



É bem provável que todo mundo conhece Malévola, a temida vilã que não é  convidada para o batizado da pequena princesa Aurora e que roga uma maldição na bebê: quando a bela princesa completasse 16 anos, teria seu dedo espetado em uma roca e cairia em sono profundo por toda a eternidade, e a solução seria um beijo de amor verdadeiro. Aurora fica sendo conhecida então, como a Bela Adormecida. Essa é uma história clássica que é contada na nossa infância e adaptada pela Disney em 1959.
 Trailer



Entretanto, será que essa é a verdadeira história? E por que será que há tanta maldade e rancor em Malévola? Toda aquela raiva é apenas "por não ter sido convidada para a festa"? O novo filme live-action (filme que mistura animação e humanos) da DisneyMalévola, traz as respostas para as nossas perguntas.


O filme conta a infância e a adolescência da poderosa fada e guardiã dos Moors interpretada por Angelina Jolie.  Com a história em uma versão um pouco diferente da clássica, o filme nos revela  os verdadeiros sentimentos, emoções e até mesmo quem é a verdadeira vilã que assombrou a infância de muitos. Uma nova versão bem criativa e mesmo sendo uma história de fantasias possui emoções que se condiz com a nossa realidade:


Durante sua infância, Malévola conhece Stefan (Sharlto Copley), um pobre camponês que se torna melhor amigo e paixão da fada. Mas Stefan se torna um homem extremamente ambicioso e para casar com a princesa e se tornar rei, acaba traindo, ferindo e magoando Malévola, fazendo com que ela se torne sua maior inimiga, uma fada rancorosa  e faz com que quando a filha de Stefan nasce, a princesa Aurora (Elle Fanning),  a poderosa fada rogue a famosa maldição que todos conhecem e citada acima. Ah, vale dizer que os seres mágicos e os humanos são inimigos e isso "ajuda" com que o ódio de Malévola seja ainda maior.
  



Uma coisa que é impossível não comentar é a excelente atuação de Angelina Jolie que soube muito bem representar a frieza, as dúvidas e transmitir as emoções de sua personagem para o público. Provavelmente, nas mãos de outra atriz, a protagonista e filme não teriam as mesmas forças e repercussões que teve. Jolie literalmente "rouba a cena", é bem provável que em muitas cenas a sua atenção estará apenas em Angelina/Malévola. Já Aurora... a Elle Fanning atua bem, sim, ela sabe transmitir a delicadeza e inocência da princesa para nós, mas confesso que fiquei um pouco enjoada e incomodada com a excessiva inocência de sua personagem.


O filme tem efeitos especiais excelentes (orçamento bem gasto) e um roteiro tocante em que retrata bem o jogo de amor e ódio. A maior mudança da história foi realmente a forma que o amor é demonstrado. Assim como em Valente e  em Frozen (duas animações dos estúdios Disney), o roteiro nos mostra um amor diferente do que a Disney estava acostumada a demonstrar nos seus filmes. Agora existe um amor "real", sem aquela fantasia toda, um amor que vemos nos nossos dia-a-dia, que todos têm o contato.  Por favor, esqueça aquela coisa de príncipe e princesa "para sempre", aquele velho e famoso amor idealizado, e principalmente  esqueça das "mulheres frágeis". Como também nessas duas animações, conseguimos enxergar o pensamento feminista de que a mulher é sim capaz de liderar e de ser independe - outro pensamento contrário que também se era mostrado às crianças de antes - na protagonista.

Já o final... Bom, mesmo gostando dele, achei-o meio fraco em relação ao restante das cenas e roteiro do filme. Poderiam ter trabalhado mais nele. Mas eu gostei do que aconteceu ( e o que não vou contar aqui, né...)

Super recomendo. Minha nota é 9,5.

E você já assistiu o filme Malévola? O que achou? E o que achou da resenha? Conte nos comentários!

Até, 

Ana Cristina Rocha

26 de janeiro de 2014

Resenha: Filme "Confissões de Adolescente"

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Eu e as meninas da minha sala estávamos doidas para ver Confissões de Adolescente. Resolvemos então ir ao cinema depois da aula. Assisti e resolvi escrever uma resenha dele, percebi que muitas pessoas tem interesse em vê-lo também.

Trailer

O filme, Confissões de Adolescente, é uma adaptação de uma série de TV brasileira (com o mesmo nome) exibida pela TV Cultura há 20 anos que, por sua vez, foi baseada em uma peça da autora brasileira, Maria Mariana

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Confissões de adolescente "gira ao redor" de quatro irmãs: Tina (Sophia Abrahão), Bianca (Isabella Camero), Alice (Malu Rodrigues) e Carina (Clara Tiezzi) – irmãs citadas por ordem da idade. Cada uma está passando por uma fase diferente, de mudança e marcante na vida de uma pessoa, principalmente para uma garota.

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Tina está no inicio da faculdade, saindo da casa do pai, ganhando sua liberdade e responsabilidade. Bianca está decidindo o seu futuro, se aceitando e descobrindo seus verdadeiros amigos. Alice está perdendo sua virgindade. E finalmente, Carina, a caçula, está "virando mocinha". Além disso, as irmãs estão em fase de mudança dentro de casa também, economias, consciência e cooperação deverão começar a nascer.

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A linguagem e cenas do filme são bem adolescente mesmo. Uma garota nessa fase realmente vai entender com uma das quatro irmãs (ou todas), não tem como escapar. Tudo que envolve uma vida - relacionamentos, descobertas, aceitação, amigos, diversão, bullying e outras coisas - de uma menina é citado no filme.

No geral eu gostei do filme. Entretanto, acho que alguns assuntos poderia ter sido mais... Como posso disser... aproveitados e trabalhados. O filme poderia ter se estendido mais um pouquinho também e ter contado mais umas coisinhas.


Agora, uma coisa que fiquei cafufada foi a classificação do filme, 12 anos. Durante o filme, como quase todo filme brasileiro, existe muitos peitinhos, algumas linguagens bem "wow" e longas cenas de sexo. Sei lá, acredito que a classificação ideal seria uns 14 anos.

Considero o filme bom, minha nota é 7.5. Recomendo para adolescentes, tenho uma impressão que o filme não vai agradar uma pessoa mais "madura", como já disse antes ele é bem "adolescente" - só reforçando.

Quem aqui vai assistir? E quem já assistiu, o que achou? Comente para conversarmos sobre!

Abraços e até,

Ana Cristina Rocha 

7 de janeiro de 2014

Resenha: Filme "O verão da minha vida"



Trailer: 



Duncan (Liam James) é um menino não muito social, que tem os pais divorciados e foi passar suas férias de verão na casa de praia do namorado, Trent (Steve Carell),  de sua mãe, Pam (Toni Collette) - e por sinal, o seu padrasto é um cara que ele odeia. Ele ~Duncan~ tem absoluta certeza que será um dos piores verões de sua vida e sua verdadeira vontade era ficar com o pai.

Bem, mas dessa ele não pode escapar e lá estão eles + a filha irritante do "padrastro", Steph (Zoe Levin), na praia. Para escapulir do tédio e do desconforto em casa, Duncan passa seu tempo pedalando na cidade até que um dia, ele chega em um parque aquático local. E tudo “vai mudar”.


Nesse parque aquático,  Water Wizz, o garoto "conhece" o gerente Owen (Sam Rockwell), um cara divertido e imaturo que vai se tornar um grande amigo de Duncan. Owen acaba contratando Duncan e logo ele conquista os clientes e funcionários do parque.

Water Wizz realmente vira um refúgio para o garoto, lá é o lugar onde ele é ele mesmo, é feliz, tem amigos e diversão. Em casa as coisas começam a ficar tensas de um modo que seu verão acaba terminando mais cedo e depois dessa viagem, sua vida e o próprio rapaz, mudam.


O filme é a estreia de Nat Faxon e Jim Rash na direção. E apesar de ser bem comum filmes com esse tema: a difícil fase, mudanças e transições da adolescência, “The way, way back” (título em inglês) é um filme bem legal. Tem momentos bastante engraçados e o jeito que a história se desenrola é boa.  Apesar de ter gostado do filme, o final eu queria mais e teria feito um pouco diferente. u.u


Eu me identifiquei com o filme e acredito que quem está na adolescência e às vezes se sente um pouco "perdido" vai identificar também. O filme vai acabar marcando algumas pessoas, com certeza - e acho que eu sou uma dessas. Depois de ter assistido, fiquei pensando sobre a minha felicidade, as minhas atitudes, o meu "quem sou eu", sabe, na minha vida em geral.  Como disse, acabei identificando com "O verão da minha vida". Além disso, o filme me deu muita vontade em ir a um parque aquático, hahaha.

Recomendo. Minha nota é 9.

Quem aí já viu? E quem vai assistir?

Até mais,

Ana Cristina Rocha
© Só Mundo Meu
Maira Gall