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9 de abril de 2015

Sonhando antes de dormir

Fonte

Todas as noites, deitada da minha cama, esperando o sono chegar, sonho acordada. Imagino uma vida totalmente diferente. Uma vida que deveria começar com "Era uma vez..." e claro, terminar com "... felizes para sempre.".

Nesses momentos esqueço todos os problemas do dia, da semana, do mês, do mundo... É eu e minha imaginação, é a minha imaginação e eu. É uma hora em que posso ter o abraço e beijo do carinha que estou afim, dar o fora e falar "umas boas" com o carinha feioso que brincou comigo e quando posso escrever todos os textos e histórias que tanto crio na minha cabeça.

Não tem medo, não tem raiva, não tem inveja. É tudo tão perfeito que pego no sono tranquilamente. No outro dia, fico pensando em como posso alcançar aquela perfeição. Claro, calma, tenho a consciência que na vida real existem "as pedras", porém, tenho a ilusão de quando a gente alcança os nossos sonhos e objetivos os maiores problemas da vida se transformam em poeiras; partículas bem pequenas se comparando com a nossa felicidade.

Estou em busca disso: do alcance da minha felicidade, dos meus sonhos e objetivos. Dos meus problemas do tamanho de partículas.

Ah, e estou aqui também torcendo para a minha pessoa encontrar o que busco.

Ana Cristina Rocha

6 de agosto de 2013

Uma pequena história de amor em Stop Motion




Quem me segue no twitter já percebeu que eu sou viciada em passar o meu tempo vendo vídeos no Vimeo. E outro dia eu estava dando uma olha em alguns e me deparei com esse vídeo mega fofo do Carlos Lascano. Eu super identifiquei com esse vídeo.


A SHORT LOVE STORY IN STOP MOTION from Carlos Lascano on Vimeo.

Sou uma pessoa extremamente sonhadora, romântica e iludida. Assim como a menina, quando gosto do cara, imagino toda a minha vida ao seu lado, com vários momentos marcantes, felizes e lindos. Na verdade não só com "um cara", imagino uma vida sobre qualquer assunto. E é assim que acabo me inspirando para escrever muito dos meus textos: com toda essa ilusão, hihi.

E você também é super sonhadora assim? E o que achou do vídeo? Comente!

Beijos e até,

Ana Cristina Rocha

11 de julho de 2013

Mexendo com antigas palavras...



Lendo o meu diário, lendo os meus textos do Tumblr vejo o como mudei. É claro que eu sei que mudei, às vezes percebo isso em um pensamento aqui e em outro ali que nasce na minha cabeça, ou até mesmo com alguns sentimentos meus. Mas, voltando as minhas palavras de três anos atrás, a ficha cai e até que acho engraçado, porém o mais importante é que me ajuda a analisar sobre... Tudo, principalmente a saber “quem sou eu”.

Antes eu me importava com coisas bobas, às vezes eu cheguei a discutir e até a chorar por causa de uma “poeirinha” idiota que apareceu em meu caminho... Antes eu tinha um certo pensamento que acreditava que era o correto e o que era errado, eu tinha sonhos e objetivos totalmente diferentes dos que tenho hoje. Além é claro, de ter uma visão contrária em muitas coisas que hoje eu tenho...

Não que tudo isso seja ruim e que significa que hoje, o que está na minha cabeça, é o correto. Pelo contrario, provavelmente daqui a três anos eu leia isso e perceba o como mudei novamente e mais provavelmente ainda, eu não concorde com as minhas crenças de hoje. Olhando os meus desabafos, revendo as minhas antigas visões, percebo que sou e não sou  a mesma Ana de alguns anos atrás, talvez até, nem a de um mês, uma semana e/ou um dia atrás.

É bom ver que eu mudei. É bom pensar que de uma certa forma eu evolui, que eu amadureci. E por mais irônico que pareça, concluo que é bom também lembrar dos meus sofrimentos e perceber que, o ruim, o péssimo e as consequências dos meus infelizes erros, hoje servem de exemplos para as minhas atuais e futuras atitudes e assim, para as minhas atuais e futuras mudanças.

Ana Cristina Rocha

24 de junho de 2013

Uma história do primeiro amor




A história que vou lhe contar é muito triste para alguns e entediante para outros. Ela pode ser totalmente verídica ou totalmente ficção, ou parcialmente, porque não? Mas isso não importa, afinal, vou contar do mesmo jeito.

Tudo se trata de uma adolescente há alguns anos atrás, quando ela começou a descobrir sobre os sentimentos, as pessoas, a vida e sobre ela mesma. Sabe, ela estava naquela fase embaralhada  que todo mundo passa.

A garota cursava a 7ª série, não era popular, mas conversava com bastante gente, era considerada uma das mais feias da sala, mas naquele momento ela não se importava e na minha opinião ela não era, e uma das mais nerds, o que ela não concordava.

A menina tinha um amigo. Um amigo que ela conversava todos os dias, que andava com sua turminha da escola, que ela conseguia entender e que ela trocava música tema da copa, sim era época de Copa do Mundo. A menina o considerava como o  seu melhor amigo, afinal ela sempre o ouvia e sempre dava conselhos.

Com um tempo, a menina começou a sentir coisas estranhas pelo garoto. Ela começou a querer ele só para ela, começou a querer que ele fosse sempre feliz, que ele sempre estivesse do lado dela, que ele o abraçasse e até que a beijasse, e olha que ela nem sabia o que era um beijo na boca! A adolescente em descoberta ficava bastante assustada essas coisas que ela sentia. Ela não sabia o nome para dar a tudo aquilo que estava dentro dela e nem se quer já havia sentido isso por nenhum garoto. Coisa estranha essa...

Segundo algumas amigas, segundo textos, filmes e novelas. Segundo grandes e pequenos poetas e escritores, tudo se tratava do amor. Finalmente, a menina apenas estava amando um garoto, o garoto. Coisa super normal entre as pessoas. Isso vive acontecendo aqui e ali, é uma coisa natural, ninguém segura.

A menina se conformou com tudo isso, mesmo não entendendo muito bem... E o garoto de alguma forma, não importa como, ficou sabendo. Ele disse que a menina era apenas uma grande amiga, nada mais, e que ele não queria magoá-la. Puft. Falando assim, ele não vai magoar ninguém, imagina! Bom, mas isso não é o pior - se é que você leitor ou ouvinte achou que é o pior. O rapazinho com o tempo começou a se afastar da menina apaixonada e começou a conviver com um povinho totalmente diferente da garota.

Pobre garota. O que a restou foi sofrer e se sentir culpada, pois para ela, ela que o tinha afastado. Até hoje a garota sente que ele se afastou por causa dela, mas não se preocupa, ela não sofre mais. Ela com o tempo conseguiu superar, assim como todos um dia superamos de alguma forma, sendo difícil ou não.

Desde aquela época, os dois nunca mais conversaram. Hoje se um passa do lado do outro é capaz de nem se cumprimentarem. Fazer o que...

Essa era a história que eu tinha para contar, nada de muito importante para você, talvez. Mas talvez você consiga se identificar ou sei lá, estou apenas compartilhando o meu conhecimento sobre o acontecimento.

Até a próxima, quem sabe.

Fim ou um simples: E viveram felizes para sempre longe um do outro.

Ana Cristina Rocha

2 de maio de 2013

Resenha: Livro "O Guia do Mochileiro das Galáxias" de Douglas Adams


Pelo fato do livro ser de ficção científica, humor, viagem ao espaço com direito a alienígenas, e além de todos falarem bem dele, resolvi ler o livro. Demorei um pouco para terminar o livro e também para escrever e terminar a resenha: O Guia do Mochileiro das Galáxias é um livro que você só entende lendo. Mas vamos lá:

Sinopse: Arthur Dent tem sua casa e seu planeta (sim, a Terra) destruídos em um mesmo dia, e parte pela galáxia com seu amigo Ford, que acaba de revelar que na verdade nasceu em um pequeno planeta perto de Betelgeuse.

Considerado um dos maiores clássicos da literatura de ficção científica, este livro vem encantando gerações de leitores ao redor do mundo com seu humor afiado. Este é o primeiro título da famosa série escrita por Douglas Adams, que conta as aventuras espaciais do inglês Arthur Dent e de seu amigo Ford Prefect. A dupla escapa da destruição da Terra pegando carona numa nave alienígena, graças aos conhecimentos de Prefect, um E.T. que vivia disfarçado de ator desempregado enquanto fazia pesquisa de campo para a nova edição do Guia do Mochileiro das Galáxias, o melhor guia de viagens interplanetário. Mestre da sátira, Douglas Adams cria personagens inesquecíveis e situações mirabolantes para debochar da burocracia, dos políticos, da "alta cultura" e de diversas instituições atuais. Seu livro, que trata em última instância da busca do sentido da vida, não só diverte como também faz pensar.

O livro começa na Terra, com Arthur Dent tentando salvar sua casa de uma demolição, uma demolição necessária para que se possa construir um desvio. Depois de tanta confusão, Arthur não só acaba perdendo a sua casa, mas todo o seu planeta também.  De uma forma extraordinária, Arthur e seu amigo Ford Prefect conseguem escapar e pegam carona com a nave Vogon, a mesma nave que destruiu a Terra. Um detalhe importante, talvez, é que o amigo de Arthur, Ford, não é um humano (sim, ele é alienígena) e ele estava na Terra fazendo uma pesquisa para o livro "O Guia do mochileiro das Galáxias".

Bom, na nave Vogon acontece coisas interessantes e "perigosas", vamos dizer assim. E depois de tanta adrenalina e de uma suposta morte dos dois, eles acabam parando por um milagre na nave Coração de Ouro, uma nave que foi roubada por Zaphod Bleeblebrox, um alienígena de duas cabeças e três braços, presidente da galáxia e primo de Ford. E assim eles viajam junto com Trillian, uma terráquea assim como Arthur, e com Marvin, um robô depressivo – e curioso, ao meu ver –, pelo espaço chegando até o planeta Magrathea, um planeta famoso por fabricar planetas, lendário e adormecido

Em Magrathea, acontecem mais aventuras e Arthur faz várias descobertas sobre a história da Terra, incluindo "o porquê da Terra", e que podem deixar qualquer um completamente maluco. 

Minha opinião final sobre o livro é que ele é bom e legal, mesmo ele tendo algumas partes cansativas e chatinhas.  Em todo o decorrer do livro você acaba soltando umas risadas causadas pelas piadas sem sentidos porém inteligentes, e é isso que o diferencia dos outros livros do gênero. 

O livro é composto de vários contos que explicam o porquê disso e o porquê daquilo, fazendo com que a gente entra e entenda a atmosfera engraçada, complexa, surpreendente e sem noção do livro. Mesmo tendo esses contos, ele é todo contado na mesma pessoa e tem a escrita leve, descolada e divertida.

Em 2005 lançou um filme baseado no livro e recebeu o mesmo nome (O Guia do Mochileiro das Galáxias), ainda não o assisti, mas ele está na minha listinha. Assim que eu ver eu faço uma resenha dele também! 

Recomendo esse livro para quem não entendeu muito bem essa resenha - se você ler o livro, você entenderá -, para quem gosta de humor, gosta de pensar, gosta de ficção científica, gosta de coisas sem sentidos,  gosta de clássicos, quem ficou curioso e para quem é e não é nerd. 

O Guia do Mochileiro das Galáxias - Volume Um da Trilogia de Cinco
Autor: Douglas Adams
Editora:
Arqueiro
Páginas:
208
Edição:
2004 

Avaliação: 

Até mais, 
Ana Cristina Rocha

23 de abril de 2013

Resenha: Série "Defiance"



Trailer:

Defiance é uma série de ficção científica produzida pelo SyFy, com o roteiro criado a partir de um jogo de vídeo game e com produtores famosos no gênero. A história se passa num futuro não muito distante, mas em uma Terra totalmente diferente que conhecemos hoje, uma Terra em que humanos e alienígenas convivem juntos. 

Com a destruição de um sistema estelar, sete raças diferentes de alienígenas vêm para a Terra com o intuito do nosso planeta, ser o novo lar deles. Claro que os humanos não aceitam e com isso acabou ocorrendo uma grande e devastadora guerra. Com essa "Grande Batalha" a Terra ficou muito destruída, e isso fez com que os humanos e extraterrestres decidem viver em harmonia, o que não é uma coisa tão fácil de acontecer, pois, mesmo com o fim da guerra, as diferentes espécies não conseguem confiar uma na outra completamente.


Como protagonista temos Jeb Nolan (papel de Grant Bowler ator de True Blood), um homem misterioso e que fez parte do exército que lutou na Grande Batalha, e sua filha adotiva extraterrestre,  Irisa (papel de Stephanie Leonidas). Os dois acabam tendo que se hospedarem na "antiga" cidade de St. Louis, que passa a ficar conhecida depois da guerra, como Defiance. Essa cidade é uma grande prova das conseqüências geral que a batalha deixou.

No período em que Nolan e Irisa estão na cidade, uma espécie de exército alienígena com armas super destruidoras se aproxima de Defiance com a intenção de acabar com tudo, e aí começa um mistério.

O primeiro episódio da série é muito rico de detalhes e explicações de várias perguntas que criamos na nossa cabeça no decorrer do capítulo. Mesmo assim, ele termina com "dúvidas" no ar, e que serão resolvidas no decorrer dos próximos episódios.


A historia; o enredo da série, tem tudo para ser um grande sucesso, ou seja, a série promete. Estou bastante curiosa para saber o quê que está por vir nos próximos capítulos e criei bastantes expectativas para a série.

O que nos resta é aguardar os próximos episódios a serem lançados e torcer que ela (a série) dê certo, afinal, essa é a série e o tipo de história que os fãs do Syfy e da ficção científica aguardavam. Enquanto isso,  criamos as nossas hipóteses e as nossas apostas.

Ana Cristina Rocha

21 de abril de 2013

Salvação de um baile


 

Em um baile de escola, casais apaixonados dançam juntos, coladinhos um no outro, ao som de uma música calminha. No canto do ginásio, um grupo de amigos olham para a cena com um olhar de nojo e vários pensamentos desagradáveis passam na cabeça de cada um. "Cadê a diversão?", eles cochicham entre eles.

A música romântica - finalmente para o grupo e infelizmente para os casais - acaba. Começa então uma música bem agitada. Os casais se separam e dançam de uma forma “comportada”, já o grupo começa a gritar, e se aglomeram no meio da pista. Eles empurram os casais sem dó, e formam duas fileiras, de um lado as meninas e do outro os meninos.

Os meninos começam a dançar de uma forma totalmente estranha, as meninas riem, batem palmas e começam a dançar igualmente. Eles se agrupam no meio, se separam quase que ocupam toda a pista. Vários dançarinos zombam e vários reclamam, mas eles não ligam: agora é o momento deles.

Confesso que a cena é muito engraçada; braços e pernas voam por todo lado, gritos de felicidade saem de seus lábios. A festa de uma hora pra outra ficou ótima, eles não tem mais o que reclamar. Muitos achavam ridículos, mas ao pouco, outras pessoas entraram no ritmo deles. Mais braços, mais pernas e mais gritos aparecem pela pista.

Então chega o final da música o grupo olha ao redor deles, todos estavam dançando freneticamente, assim como eles, as pessoas não estavam se importando de que aquilo era pura idiotice e uma grande bizarrice. "Isso que é baile bom!", pensavam eles, todos dançam, todos de divertem e o mais importante: de uma forma igualmente.

Então a próxima música começa, e adivinha: uma outra melosidade. Os casais não se importam e lotam a pista com abraços e beijinhos, “uma cena que dá até vontade de vomitar”. Parecia que ninguém se lembrava de alguns segundos atrás e a Turma Animada fica revoltada, será que ninguém percebeu que música legal é a que todos dançam? Mas ninguém nem prestavam atenção neles, afinal, eles eram apenas 6: 3 meninas e 3 meninos. Assim, eles arrumaram uma solução. Cada um pegou o seu fone de ouvido que havia no bolso e bolsa de cada – uma coisa incomum afinal, eles estavam em um baile, não é? –, colocaram a música no último volume e foram para o meio da pista.

No meio de uma pista de dança, ao som de uma música "melosa" com vários casais apaixonados ao redor, um grupo de amigos dançam loucamente. Claro, ninguém entendia, era uma cena bizarra, a dança deles não batia com a música do local. E assim eles dançaram a noite toda. Fim.

Ana Cristina Rocha
© Só Mundo Meu
Maira Gall