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9 de abril de 2015

Sonhando antes de dormir

Fonte

Todas as noites, deitada da minha cama, esperando o sono chegar, sonho acordada. Imagino uma vida totalmente diferente. Uma vida que deveria começar com "Era uma vez..." e claro, terminar com "... felizes para sempre.".

Nesses momentos esqueço todos os problemas do dia, da semana, do mês, do mundo... É eu e minha imaginação, é a minha imaginação e eu. É uma hora em que posso ter o abraço e beijo do carinha que estou afim, dar o fora e falar "umas boas" com o carinha feioso que brincou comigo e quando posso escrever todos os textos e histórias que tanto crio na minha cabeça.

Não tem medo, não tem raiva, não tem inveja. É tudo tão perfeito que pego no sono tranquilamente. No outro dia, fico pensando em como posso alcançar aquela perfeição. Claro, calma, tenho a consciência que na vida real existem "as pedras", porém, tenho a ilusão de quando a gente alcança os nossos sonhos e objetivos os maiores problemas da vida se transformam em poeiras; partículas bem pequenas se comparando com a nossa felicidade.

Estou em busca disso: do alcance da minha felicidade, dos meus sonhos e objetivos. Dos meus problemas do tamanho de partículas.

Ah, e estou aqui também torcendo para a minha pessoa encontrar o que busco.

Ana Cristina Rocha

7 de janeiro de 2014

Resenha: Filme "O verão da minha vida"



Trailer: 



Duncan (Liam James) é um menino não muito social, que tem os pais divorciados e foi passar suas férias de verão na casa de praia do namorado, Trent (Steve Carell),  de sua mãe, Pam (Toni Collette) - e por sinal, o seu padrasto é um cara que ele odeia. Ele ~Duncan~ tem absoluta certeza que será um dos piores verões de sua vida e sua verdadeira vontade era ficar com o pai.

Bem, mas dessa ele não pode escapar e lá estão eles + a filha irritante do "padrastro", Steph (Zoe Levin), na praia. Para escapulir do tédio e do desconforto em casa, Duncan passa seu tempo pedalando na cidade até que um dia, ele chega em um parque aquático local. E tudo “vai mudar”.


Nesse parque aquático,  Water Wizz, o garoto "conhece" o gerente Owen (Sam Rockwell), um cara divertido e imaturo que vai se tornar um grande amigo de Duncan. Owen acaba contratando Duncan e logo ele conquista os clientes e funcionários do parque.

Water Wizz realmente vira um refúgio para o garoto, lá é o lugar onde ele é ele mesmo, é feliz, tem amigos e diversão. Em casa as coisas começam a ficar tensas de um modo que seu verão acaba terminando mais cedo e depois dessa viagem, sua vida e o próprio rapaz, mudam.


O filme é a estreia de Nat Faxon e Jim Rash na direção. E apesar de ser bem comum filmes com esse tema: a difícil fase, mudanças e transições da adolescência, “The way, way back” (título em inglês) é um filme bem legal. Tem momentos bastante engraçados e o jeito que a história se desenrola é boa.  Apesar de ter gostado do filme, o final eu queria mais e teria feito um pouco diferente. u.u


Eu me identifiquei com o filme e acredito que quem está na adolescência e às vezes se sente um pouco "perdido" vai identificar também. O filme vai acabar marcando algumas pessoas, com certeza - e acho que eu sou uma dessas. Depois de ter assistido, fiquei pensando sobre a minha felicidade, as minhas atitudes, o meu "quem sou eu", sabe, na minha vida em geral.  Como disse, acabei identificando com "O verão da minha vida". Além disso, o filme me deu muita vontade em ir a um parque aquático, hahaha.

Recomendo. Minha nota é 9.

Quem aí já viu? E quem vai assistir?

Até mais,

Ana Cristina Rocha

6 de agosto de 2013

Uma pequena história de amor em Stop Motion




Quem me segue no twitter já percebeu que eu sou viciada em passar o meu tempo vendo vídeos no Vimeo. E outro dia eu estava dando uma olha em alguns e me deparei com esse vídeo mega fofo do Carlos Lascano. Eu super identifiquei com esse vídeo.


A SHORT LOVE STORY IN STOP MOTION from Carlos Lascano on Vimeo.

Sou uma pessoa extremamente sonhadora, romântica e iludida. Assim como a menina, quando gosto do cara, imagino toda a minha vida ao seu lado, com vários momentos marcantes, felizes e lindos. Na verdade não só com "um cara", imagino uma vida sobre qualquer assunto. E é assim que acabo me inspirando para escrever muito dos meus textos: com toda essa ilusão, hihi.

E você também é super sonhadora assim? E o que achou do vídeo? Comente!

Beijos e até,

Ana Cristina Rocha

21 de julho de 2013

Citando: "Seja Um Idiota"


A idiotice é vital para a felicidade.

Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.

No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.

Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.

Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo,soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça? hahahahahahahahaha!...

Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor ideia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?

É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí,o que elas farão se já não têm por que se desesperar? Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não. Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas... a realidade já é dura; piora se for densa. Dura, densa, e bem ruim. Brincar é legal. Entendeu?

Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço,não tomar chuva. Pule corda!

Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte. Ser adulto não é perder os prazeres da vida - e esse é o único "não" realmente aceitável. Teste a teoria. Uma semaninha, para começar. Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são: passageiras. Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir... Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!

Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora?

A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore, dance e viva intensamente antes que a cortina se feche!

O autor: Arnaldo Jabor – Nascido aos 12 de dezembro de 1940 é um cineasta, crítico e escritor brasileiro. Participou do movimento do Cinema Novo, com o documentário Opinião Pública.
Mas o contexto político da época fez com que ele modificasse sua obra comprometendo assim o entendimento e a qualidade dela. Seus filmes seguintes analisam o comportamento humano sempre com muita sátira e ironia, arcastes no seu estilo.
A partir dos anos 90 retomou sua carreira de jornalista, onde ainda hoje é comentarista de diversos jornais. Também tem vários livros publicados, sem perder o seu característico humor ácido, nem o tom crítico. (Fonte: O pensador)

12 de julho de 2013

Top 5: Trilhas da minha infancia


Eu não sei vocês, mas eu tenho uma grande mania de assistir um filme e logo depois correr para escutar a trilha. Algumas eu não gosto, outras eu revejo o filme todo na minha cabeça e outras eu vicio. A minha mania é tão grande e poderosa que tenho o costume de ouvir as trilhas de filmes que marcaram minha infância.

Ah, eu adoro ficar ouvindo essas músicas! Me fazem sonhar, lembrar de coisas boas e principalmente, me anima  de assistir o filme mais e mais vezes, hehe. Com isso resolvi fazer um "Top 5" das minhas trilhas favoritas dos filmes da minha infância. Foi um desafio escolher apenas 5, mas consegui e bora conferir o resultado:

1º: Beauty and the Beast (Bela e a Fera)



Eu amo esse filme com todo o meu amor. Desde pequena esse filme era o meu favorito e em relação as músicas dele não é diferente. Vire e mexe passo o dia ouvindo a trilha, que aliás é o que estou fazendo enquanto escrevo esse post... :3 Com isso, nada do que mais merecido a trilha de a Bela e a Fera ganhar como o "1º" do top 5. 

2º: The Lion King (O rei leão

 

Outro que é meu filme favorito. Tudo nesse filme é uma gracinha e perfeito, não acham? Adoro a trilha desse filme, quando estou escutando todo o filme passa na minha cabeça... O 2º do top 5 vai para ela. *-* 


3º: Pocahontas



Outro que eu viciada quando criança. Amava (ainda amo) esse filme e essa trilha é perfeita também! E essa música é diva, hehe. "Já ouviu o lobo uivando para a lua azul?"

4º: The Little Mermaid (Pequena Sereia)



Esse filme nunca foi um dos meus favoritos, assim, eu gostava, mas assistia de vez enquanto e não sempre. Porém as músicas desse filme são uma gracinha, e elas ficam com o 4º do nosso top 5. 

5º: Mulan 



Esse filme também nunca foi daqueles que assistia (ou assisto) sempre. Mas, as músicas são lindas! E ficam com o nosso 5º do top 5. 

Nostalgia: 100% 

E vocês tem essa mania também? Qual trilha que você mais gostou? Ou, qual a trilha que você mais gosta?  Comente aí!

Beijos e até mais, 


Ana Cristina Rocha

11 de julho de 2013

Mexendo com antigas palavras...



Lendo o meu diário, lendo os meus textos do Tumblr vejo o como mudei. É claro que eu sei que mudei, às vezes percebo isso em um pensamento aqui e em outro ali que nasce na minha cabeça, ou até mesmo com alguns sentimentos meus. Mas, voltando as minhas palavras de três anos atrás, a ficha cai e até que acho engraçado, porém o mais importante é que me ajuda a analisar sobre... Tudo, principalmente a saber “quem sou eu”.

Antes eu me importava com coisas bobas, às vezes eu cheguei a discutir e até a chorar por causa de uma “poeirinha” idiota que apareceu em meu caminho... Antes eu tinha um certo pensamento que acreditava que era o correto e o que era errado, eu tinha sonhos e objetivos totalmente diferentes dos que tenho hoje. Além é claro, de ter uma visão contrária em muitas coisas que hoje eu tenho...

Não que tudo isso seja ruim e que significa que hoje, o que está na minha cabeça, é o correto. Pelo contrario, provavelmente daqui a três anos eu leia isso e perceba o como mudei novamente e mais provavelmente ainda, eu não concorde com as minhas crenças de hoje. Olhando os meus desabafos, revendo as minhas antigas visões, percebo que sou e não sou  a mesma Ana de alguns anos atrás, talvez até, nem a de um mês, uma semana e/ou um dia atrás.

É bom ver que eu mudei. É bom pensar que de uma certa forma eu evolui, que eu amadureci. E por mais irônico que pareça, concluo que é bom também lembrar dos meus sofrimentos e perceber que, o ruim, o péssimo e as consequências dos meus infelizes erros, hoje servem de exemplos para as minhas atuais e futuras atitudes e assim, para as minhas atuais e futuras mudanças.

Ana Cristina Rocha

24 de junho de 2013

Uma história do primeiro amor




A história que vou lhe contar é muito triste para alguns e entediante para outros. Ela pode ser totalmente verídica ou totalmente ficção, ou parcialmente, porque não? Mas isso não importa, afinal, vou contar do mesmo jeito.

Tudo se trata de uma adolescente há alguns anos atrás, quando ela começou a descobrir sobre os sentimentos, as pessoas, a vida e sobre ela mesma. Sabe, ela estava naquela fase embaralhada  que todo mundo passa.

A garota cursava a 7ª série, não era popular, mas conversava com bastante gente, era considerada uma das mais feias da sala, mas naquele momento ela não se importava e na minha opinião ela não era, e uma das mais nerds, o que ela não concordava.

A menina tinha um amigo. Um amigo que ela conversava todos os dias, que andava com sua turminha da escola, que ela conseguia entender e que ela trocava música tema da copa, sim era época de Copa do Mundo. A menina o considerava como o  seu melhor amigo, afinal ela sempre o ouvia e sempre dava conselhos.

Com um tempo, a menina começou a sentir coisas estranhas pelo garoto. Ela começou a querer ele só para ela, começou a querer que ele fosse sempre feliz, que ele sempre estivesse do lado dela, que ele o abraçasse e até que a beijasse, e olha que ela nem sabia o que era um beijo na boca! A adolescente em descoberta ficava bastante assustada essas coisas que ela sentia. Ela não sabia o nome para dar a tudo aquilo que estava dentro dela e nem se quer já havia sentido isso por nenhum garoto. Coisa estranha essa...

Segundo algumas amigas, segundo textos, filmes e novelas. Segundo grandes e pequenos poetas e escritores, tudo se tratava do amor. Finalmente, a menina apenas estava amando um garoto, o garoto. Coisa super normal entre as pessoas. Isso vive acontecendo aqui e ali, é uma coisa natural, ninguém segura.

A menina se conformou com tudo isso, mesmo não entendendo muito bem... E o garoto de alguma forma, não importa como, ficou sabendo. Ele disse que a menina era apenas uma grande amiga, nada mais, e que ele não queria magoá-la. Puft. Falando assim, ele não vai magoar ninguém, imagina! Bom, mas isso não é o pior - se é que você leitor ou ouvinte achou que é o pior. O rapazinho com o tempo começou a se afastar da menina apaixonada e começou a conviver com um povinho totalmente diferente da garota.

Pobre garota. O que a restou foi sofrer e se sentir culpada, pois para ela, ela que o tinha afastado. Até hoje a garota sente que ele se afastou por causa dela, mas não se preocupa, ela não sofre mais. Ela com o tempo conseguiu superar, assim como todos um dia superamos de alguma forma, sendo difícil ou não.

Desde aquela época, os dois nunca mais conversaram. Hoje se um passa do lado do outro é capaz de nem se cumprimentarem. Fazer o que...

Essa era a história que eu tinha para contar, nada de muito importante para você, talvez. Mas talvez você consiga se identificar ou sei lá, estou apenas compartilhando o meu conhecimento sobre o acontecimento.

Até a próxima, quem sabe.

Fim ou um simples: E viveram felizes para sempre longe um do outro.

Ana Cristina Rocha
© Só Mundo Meu
Maira Gall