Citando: A ditadura da felicidade


Para mim, felicidade é a busca da felicidade. Ou melhor: felicidade é ter direito à busca da felicidade. Os fundadores dos Estados Unidos foram muito felizes ao enunciar na declaração de independência americana: todo homem tem direito à busca da felicidade.

E felicidade não é sinônimo de alegria, você pode muito bem ser feliz e estar triste, ou alegre. E para ser feliz não é preciso fechar os olhos para o sofrimento alheio, que tantas vezes nos rodeia. A felicidade não está na indiferença.

A felicidade não estava nos planos da natureza, é uma invenção humana. E não existe felicidade obrigatória, ou uma única receita para a felicidade, felicidade é algo pessoal e sim, às vezes, transferível. Poucas coisas nos fazem mais felizes do que ver quem a gente ama feliz. Quer saber? Não se chega nunca à felicidade, a felicidade está no caminho. Eu, por exemplo, sigo em frente, felizmente.

Este texto é uma das crônicas do apresentador Pedro Bial, texto que encerrou o debate da felicidade do programa Na Moral... E o que tenho a falar  sobre o texto é o seguinte: essa crônica fala tudo! Eu achei lindo, concordo plenamente com o que foi dito nela e ponto final.

Assim como os outros textos de Bial, você para refletir o que foi dito após de ler... E a felicidade - o assunto desta crônica -, acho que é um assunto que sempre deve ser refletido, pois, acredito eu, a felicidade é o que move os nossos dias, a nossa vida e o que nos fortalece. Sempre, SEMPRE, devemos deixar a felicidade entrar no nosso caminho. Por isso, escolhi este texto para postar aqui no blog, para que você leia e pare para pensar... :D 

O autor: Pedro Bial nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 1958. Se formou como jornalista pela PUC-Rio, em 1980 e ainda nessa década iniciou sua carreira na Rede Globo.
Primeiro foi correspondente internacional em Londres, por oito anos, tendo a oportunidade de cobrir eventos internacionais importantes, como a Guerra do Golfo e a queda do Muro de Berlim.
Já na década de 90, Bial passou a comandar o programa de domingo da emissora, o Fantástico. Mas, o jornalista também desenvolveu projetos no cinema (filme “Outras Estórias” e o documentário “Os nomes de Rosa”) e na literatura (como os livros-reportagem “Crônicas de Repórter” e “Leste Europeu, revolução ao vivo”, além da biografia de Roberto Marinho).
Em 2002, Pedro Bial começou a apresentar o programa Big Brother Brasil, versão brasileira do conhecido reality show. (Fonte: Pensador)

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