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16 de agosto de 2015

Resenha: Filme "Homem-Formiga"

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Olá pessoal! Como estão?

Recentemente lançou um filme solo de um dos personagens fundadores dos Vingadores da Marvel: o Homem Formiga.  Eu como amante desse universo de super heróis, fui correndo pro cinema assistir e agora escrevo essa resenha para vocês.

Trailer:

Bom, o filme tem como introdução a demissão do Dr. Hank Pym (Michael Douglas) da S.H.I.E.L.D. em 1989. Depois, já nos tempos atuais, temos a saída de Scott Lang (Paul Rudd) da cadeia. Lang decide arrumar um emprego, não voltar para a vida dos roubos e acertar com sua filha Cassie (Abby Ryder).

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Arrumar um emprego e principalmente, permanecer em um são duas coisas muito difíceis para um ex-presidiário. Precisando de dinheiro, Scott Lang aceita a proposta tentadora do seu amigo e ex-colega de cela, Luis (Michael Peña), de invadir a casa de um milionário. Depois de algumas surpresas e improvisos, Lang entra no cofre e encontra a roupa do Homem Formiga. Com mais algumas surpresas e ações é revelado o plano do Dr. Pym. Scott recebe um "treinamento" com o Dr. Pym e sua filha Hope (Evangeline Lilly), para se tornar o Homem Formiga, dar conta do plano e salvar o mundo.

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O Homem Formiga, apesar dele fazer parte do grupo Os Vingadores, não é um personagem mediano e não tem tanto destaque solo nos quadrinhos. Assim como no Guardiões da Galáxia, a Marvel fez uma grande aposta com a produção desse filme. E, ó, eles acertaram mais uma vez.

O personagem é bem apresentado e teve um ator que o soube atuar muito bem. Scott possui problemas pessoais semelhantes com os do Dr. Pym, isso faz com que ele realmente seja o Homem Formiga, sem criar dúvidas em nossas mentes. A ligação feita com o resto do universo Marvel é natural, sensata e criativa. O mesmo acontece com o humor do filme, o foco não é a comédia mas, como é uma característica da Marvel, existem as cenas engraçadas que não são nem um pouco forçadas: quem está assistindo ri, até mesmo, sem perceber. Esses "detalhes" citados fazem com que o enredo seja bem feito e tenha um bom desenvolvimento.

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Uma coisa que merece ser destacada são os efeitos especiais. A Marvel fez um show com os detalhes 3D e com os das cenas - que possuem uma ótima proporção de escala, vale ressaltar. O misto do normal, do micro, do macro e as ações da história prendem a atenção e empolgação de quem assiste.

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A nova obra da Marvel fez com que as pessoas saíssem do cinema querendo mais e as cenas extras nos créditos e pós-créditos (não saia do cinema antes dos créditos!) fizeram com que todos saíssem fazendo perguntas... Tchan-tchan-tchan-tchaaaaaan.

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Recomendo muito esse filme.  Para finalizar esse post, acendo a sua curiosidade avisando que - principalmente se você é uma pessoa sensível - é bom preparar o coração para a formiga Anthony. ;)

A nota para esse filme é: 9.

Beijos e até a próxima,

Ana Cristina Rocha


23 de fevereiro de 2015

Recomendo/ Resenha: Filme "Piaf - Um hino ao amor"


Fonte / Edição: Só Mundo Meu

Folheando uma revista enquanto espero minha irmã no salão de beleza, encontro uma reportagem falando sobre os indicados ao Oscar deste ano. Claro que na hora me joguei na matéria e no meio da leitura, sendo mais especifica: na parte do filme Dois dias, uma noite - que está sendo indicado na categoria de "Melhor Atriz" com a atuação de Marion Cotillard - citam o filme Piaf - Um hino ao amor, um filme que levou dois Oscars em 2008 (Melhor Atriz e Melhor Maquiagem).

O nome desse filme chamou bastante a minha atenção, pois era o mesmo filme que eu já tinha esbarrado em uma das minhas buscas de filmes na Netflix. Fiquei interessada, assisti e estou aqui escrevendo essa resenha para vocês. Bora conferir:

Trailer:

Piaf - Um hino ao amor é um filme francês, dirigido por  Olivier Dahan e conta, através de um roteiro não cronológico, a vida da famosa cantora Édith Piaf, da sua infância até a sua morte. Uma vida que nunca foi fácil, teve muitos problemas e obstáculos desde seu nascimento.

Édith Giovanna Gassion nasceu em Paris no meio da 1º Guerra Mundial,  foi abandonada pela sua mãe, que cantava na rua em busca de trocados. Seu pai a pegou e ela foi criada durante um tempo no Bordel da sua avó paterna. Nessa época, Édith quase ficou cega, mas sempre recebeu os carinhos e cuidados das prostitutas da casa. Quando recuperada da sua infecção, Édith foi viver com o seu pai que era um contorcionista. Durante esse período, aos 9 anos, ela descobriu o seu talento e a partir daí ela começou a cantar na rua para ganhar o seu dinheiro e o do pai. Em uma das suas apresentações na rua, Édith foi descoberta por um dono de cabaré, onde começou a fazer apresentações e ficar conhecida. Em pouco tempo "Piaf" conquistou todos com sua maravilhosa voz.

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Entretanto, como eu disse, a vida dela nunca foi fácil. Ela é acusada de um crime e sua carreira desmorona. Para Édith voltar não foi muuuito fácil, mas quando voltou, conquistou o mundo e o seu sucesso foi o que todos conhecem. Mas atrás de todo esse sucesso, ela passou por muitas coisas que vão a perda do seu amor até o vício pela morfina e o agravamento de sua doença.

Duas coisas que DEVEM ser destacadas no filme são: a maquiagem e atuação de Marion Cotillard. Não é à toa que o filme ganhou os Oscar e outros prêmios. Apesar da atriz ser mais alta que a "Pequena Pardal", Marion faz uma excelente atuação - eu amei -, transmite as emoções para nós em todas as cenas. Cotillard e esse papel é aquela velha historia que "não teria um ator melhor". A maquiagem também ajuda a transmitir Piaf para quem assiste.

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Ahhh, uma outra coisinha é: a trilha. No filme, você desfruta a real voz de Édith Piaf. Claro, seria difícil alguém reproduzir a voz da cantora, mas achei bacana essa parte, uma vez que em muitos filmes e documentários biográficos nem sempre a trilha é com as gravações do cantor retratado.

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O filme conta tudo que disse acima e mais - claro - em um roteiro não cronológico, como já foi dito. Esse fato do roteiro pode criar certa confusão e até um desconforto para a pessoa que está assistindo, sinceramente, quem não tem um prévio conhecimento sobre a vida de Piaf ou ler um resumo (que seja) da sua biografia, não vai entender muitas passagens e deixará passar muitas cenas despercebidas. O motivo, que dá para se entender, desse "formato" de roteiro é que todas essas passagens são lembranças de Édith no seu leito de morte, por isso o: "infância, doente, jovem, infância, cantando, leito de morte, infância, acidente, início da carreira, mais velha" e por aí vai... O lado bom disso: você vai ficar bem curioso e vai pesquisar sobre a cantora - foi o que fiz. Mas aí você perceberá um lado ruim: algumas cenas poderiam ter sido um pouco mais trabalhadas; um pouco mais aprofundadas e lendo sobre Piaf, você sente falta de alguns acontecimentos  e explicações no filme.

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No final de tudo:  recomendo SIM esse filme. Sim, para quem não gosta de drama: existe o drama. E sim, o roteiro cria uma pequena confusão, mas... existe uma excelente atuação e a história de uma grande cantora. Pode colocar o filme na sua listinha, vale a pena.

Minha nota: 7,5.

Beijos e até a próxima,

Ana Cristina Rocha 

PS.: Quem é mais novo e acha que não conhece Édith Piaf, lembra do filme "Babe: O Porquinho Atrapalhado na Cidade"? Agora, lembra da música que os ratinhos cantam? Então, essa música dos ratinhos é a Non, je ne regrette rien, um dos grandes sucessos de Piaf - e minha música preferida dela.

23 de junho de 2014

Resenha: Filme "Malévola"



É bem provável que todo mundo conhece Malévola, a temida vilã que não é  convidada para o batizado da pequena princesa Aurora e que roga uma maldição na bebê: quando a bela princesa completasse 16 anos, teria seu dedo espetado em uma roca e cairia em sono profundo por toda a eternidade, e a solução seria um beijo de amor verdadeiro. Aurora fica sendo conhecida então, como a Bela Adormecida. Essa é uma história clássica que é contada na nossa infância e adaptada pela Disney em 1959.
 Trailer



Entretanto, será que essa é a verdadeira história? E por que será que há tanta maldade e rancor em Malévola? Toda aquela raiva é apenas "por não ter sido convidada para a festa"? O novo filme live-action (filme que mistura animação e humanos) da DisneyMalévola, traz as respostas para as nossas perguntas.


O filme conta a infância e a adolescência da poderosa fada e guardiã dos Moors interpretada por Angelina Jolie.  Com a história em uma versão um pouco diferente da clássica, o filme nos revela  os verdadeiros sentimentos, emoções e até mesmo quem é a verdadeira vilã que assombrou a infância de muitos. Uma nova versão bem criativa e mesmo sendo uma história de fantasias possui emoções que se condiz com a nossa realidade:


Durante sua infância, Malévola conhece Stefan (Sharlto Copley), um pobre camponês que se torna melhor amigo e paixão da fada. Mas Stefan se torna um homem extremamente ambicioso e para casar com a princesa e se tornar rei, acaba traindo, ferindo e magoando Malévola, fazendo com que ela se torne sua maior inimiga, uma fada rancorosa  e faz com que quando a filha de Stefan nasce, a princesa Aurora (Elle Fanning),  a poderosa fada rogue a famosa maldição que todos conhecem e citada acima. Ah, vale dizer que os seres mágicos e os humanos são inimigos e isso "ajuda" com que o ódio de Malévola seja ainda maior.
  



Uma coisa que é impossível não comentar é a excelente atuação de Angelina Jolie que soube muito bem representar a frieza, as dúvidas e transmitir as emoções de sua personagem para o público. Provavelmente, nas mãos de outra atriz, a protagonista e filme não teriam as mesmas forças e repercussões que teve. Jolie literalmente "rouba a cena", é bem provável que em muitas cenas a sua atenção estará apenas em Angelina/Malévola. Já Aurora... a Elle Fanning atua bem, sim, ela sabe transmitir a delicadeza e inocência da princesa para nós, mas confesso que fiquei um pouco enjoada e incomodada com a excessiva inocência de sua personagem.


O filme tem efeitos especiais excelentes (orçamento bem gasto) e um roteiro tocante em que retrata bem o jogo de amor e ódio. A maior mudança da história foi realmente a forma que o amor é demonstrado. Assim como em Valente e  em Frozen (duas animações dos estúdios Disney), o roteiro nos mostra um amor diferente do que a Disney estava acostumada a demonstrar nos seus filmes. Agora existe um amor "real", sem aquela fantasia toda, um amor que vemos nos nossos dia-a-dia, que todos têm o contato.  Por favor, esqueça aquela coisa de príncipe e princesa "para sempre", aquele velho e famoso amor idealizado, e principalmente  esqueça das "mulheres frágeis". Como também nessas duas animações, conseguimos enxergar o pensamento feminista de que a mulher é sim capaz de liderar e de ser independe - outro pensamento contrário que também se era mostrado às crianças de antes - na protagonista.

Já o final... Bom, mesmo gostando dele, achei-o meio fraco em relação ao restante das cenas e roteiro do filme. Poderiam ter trabalhado mais nele. Mas eu gostei do que aconteceu ( e o que não vou contar aqui, né...)

Super recomendo. Minha nota é 9,5.

E você já assistiu o filme Malévola? O que achou? E o que achou da resenha? Conte nos comentários!

Até, 

Ana Cristina Rocha

26 de janeiro de 2014

Resenha: Filme "Confissões de Adolescente"

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Eu e as meninas da minha sala estávamos doidas para ver Confissões de Adolescente. Resolvemos então ir ao cinema depois da aula. Assisti e resolvi escrever uma resenha dele, percebi que muitas pessoas tem interesse em vê-lo também.

Trailer

O filme, Confissões de Adolescente, é uma adaptação de uma série de TV brasileira (com o mesmo nome) exibida pela TV Cultura há 20 anos que, por sua vez, foi baseada em uma peça da autora brasileira, Maria Mariana

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Confissões de adolescente "gira ao redor" de quatro irmãs: Tina (Sophia Abrahão), Bianca (Isabella Camero), Alice (Malu Rodrigues) e Carina (Clara Tiezzi) – irmãs citadas por ordem da idade. Cada uma está passando por uma fase diferente, de mudança e marcante na vida de uma pessoa, principalmente para uma garota.

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Tina está no inicio da faculdade, saindo da casa do pai, ganhando sua liberdade e responsabilidade. Bianca está decidindo o seu futuro, se aceitando e descobrindo seus verdadeiros amigos. Alice está perdendo sua virgindade. E finalmente, Carina, a caçula, está "virando mocinha". Além disso, as irmãs estão em fase de mudança dentro de casa também, economias, consciência e cooperação deverão começar a nascer.

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A linguagem e cenas do filme são bem adolescente mesmo. Uma garota nessa fase realmente vai entender com uma das quatro irmãs (ou todas), não tem como escapar. Tudo que envolve uma vida - relacionamentos, descobertas, aceitação, amigos, diversão, bullying e outras coisas - de uma menina é citado no filme.

No geral eu gostei do filme. Entretanto, acho que alguns assuntos poderia ter sido mais... Como posso disser... aproveitados e trabalhados. O filme poderia ter se estendido mais um pouquinho também e ter contado mais umas coisinhas.


Agora, uma coisa que fiquei cafufada foi a classificação do filme, 12 anos. Durante o filme, como quase todo filme brasileiro, existe muitos peitinhos, algumas linguagens bem "wow" e longas cenas de sexo. Sei lá, acredito que a classificação ideal seria uns 14 anos.

Considero o filme bom, minha nota é 7.5. Recomendo para adolescentes, tenho uma impressão que o filme não vai agradar uma pessoa mais "madura", como já disse antes ele é bem "adolescente" - só reforçando.

Quem aqui vai assistir? E quem já assistiu, o que achou? Comente para conversarmos sobre!

Abraços e até,

Ana Cristina Rocha 

7 de janeiro de 2014

Resenha: Filme "O verão da minha vida"



Trailer: 



Duncan (Liam James) é um menino não muito social, que tem os pais divorciados e foi passar suas férias de verão na casa de praia do namorado, Trent (Steve Carell),  de sua mãe, Pam (Toni Collette) - e por sinal, o seu padrasto é um cara que ele odeia. Ele ~Duncan~ tem absoluta certeza que será um dos piores verões de sua vida e sua verdadeira vontade era ficar com o pai.

Bem, mas dessa ele não pode escapar e lá estão eles + a filha irritante do "padrastro", Steph (Zoe Levin), na praia. Para escapulir do tédio e do desconforto em casa, Duncan passa seu tempo pedalando na cidade até que um dia, ele chega em um parque aquático local. E tudo “vai mudar”.


Nesse parque aquático,  Water Wizz, o garoto "conhece" o gerente Owen (Sam Rockwell), um cara divertido e imaturo que vai se tornar um grande amigo de Duncan. Owen acaba contratando Duncan e logo ele conquista os clientes e funcionários do parque.

Water Wizz realmente vira um refúgio para o garoto, lá é o lugar onde ele é ele mesmo, é feliz, tem amigos e diversão. Em casa as coisas começam a ficar tensas de um modo que seu verão acaba terminando mais cedo e depois dessa viagem, sua vida e o próprio rapaz, mudam.


O filme é a estreia de Nat Faxon e Jim Rash na direção. E apesar de ser bem comum filmes com esse tema: a difícil fase, mudanças e transições da adolescência, “The way, way back” (título em inglês) é um filme bem legal. Tem momentos bastante engraçados e o jeito que a história se desenrola é boa.  Apesar de ter gostado do filme, o final eu queria mais e teria feito um pouco diferente. u.u


Eu me identifiquei com o filme e acredito que quem está na adolescência e às vezes se sente um pouco "perdido" vai identificar também. O filme vai acabar marcando algumas pessoas, com certeza - e acho que eu sou uma dessas. Depois de ter assistido, fiquei pensando sobre a minha felicidade, as minhas atitudes, o meu "quem sou eu", sabe, na minha vida em geral.  Como disse, acabei identificando com "O verão da minha vida". Além disso, o filme me deu muita vontade em ir a um parque aquático, hahaha.

Recomendo. Minha nota é 9.

Quem aí já viu? E quem vai assistir?

Até mais,

Ana Cristina Rocha

3 de novembro de 2013

Resenha: Filme "Dezesseis Luas"


Olá, já tem um bom tempo que não faço resenhas aqui no blog, não é? Meu tempo anda voando, mas tirei esse tempinho para escrever especialmente essa resenha. Digo "especialmente", pois eu estava muito ansiosa para ver esse filme, até que finalmente vi e:
 Trailer:

O filme tem como personagens principais Ethan WaiteLena Duchannes. Ethan é um cara  popular - como todas essas histórias - da escola e que tem sonhos com uma garota por quem ele se apaixona, mesmo ele não sabendo que essa garota se quer existe e mesmo ele nem saber como é o rosto da garota, pois, em todos os sonhos o rosto da amada é tampado pelo seu próprio cabelo. Oi, Sonhos?

Entretanto, Ethan descobre que a garota misteriosa dos seus sonhos existe realmente e que é Lena Duchannes, uma garota antissocial, estranha, misteriosa e com uma péssima reputação em uma cidade tão religiosa.


Lena é uma conjuradora supostamente órfã, com 15 anos e prestes a fazer 16, momento em que seus poderes ficam mais poderosos e o bruxo descobre se ele é das trevas ou da luz. Bom, muitos membros da família de Lena são das trevas e a garota teme entrar nesse grupo da família. E é nisso que o filme todo praticamente roda.

Ah, como já dá para perceber Ethan e Lena começam a namorar, porém, o garoto é um mortal e com isso existe uma maldição por esse amor acontecer e aí acontece mais algumas coisas e vai pro final – que na minha opinião era bem óbvio.


Apesar de ser bem parecido com  outros do mesmo gênero, acho a historia que ocorre no filme interessante (mas isso não o salvou das minhas criticas). Não li o livro e ainda tenho vontade de ler -mais por curiosidade para saber se estou certa -, mas achei o filme muito ruim!

Enquanto eu estava assistindo o filme listei um monte de defeitos e desde o início o que mais me irritou foi a péssima atuação dos atores e o péssimo-confuso roteiro. Ao mesmo tempo em que estava acontecendo uma coisa, já tinha mudado pra outra. Achei as coisas extremamente rápidas, quase sem tempo cronológico, principalmente (na minha opinião) no princípio.


Escrevendo esta resenha, estou analisando melhor o filme. A minha lista de irritações com o mesmo só vem aumentando e a minha nota final só vem caindo. Além de ser meio sem-noção, o roteiro tem muitas falhas e contradições. Eu realmente estou surpresa pelo elenco conter atores bons como a Emma Thompson. E acho que eu poderia ficar falando o resto do dia sobre as minhas opiniões da adaptação Dezesseis Luas. Creio que depois do lançamento no cinema a reputação do livro caiu muito, porque né...


Como já disse mais para cima, eu era louca para ver esse filme e no final não sei como cheguei no fim, acho que foi mais por curiosidade;  pra ver se melhorava em algo. Desculpe-me se alguém gosta/é fã dessa adaptação e está achando a minha crítica um pouco pesada, acredite até eu mesma estou achando, porém, são apenas as minhas opiniões e espero encontrar alguém que pense como eu (assim irei me sentir menos mal).  Este foi um filme que realmente me decepcionou e que não gostei – apesar das historias sempre serem meio clichês, eu gosto desse gênero, nem parece né!?.   

Enfim, uma hora leio o livro e falo sobre o mesmo aqui também. Espero de coração que meus instintos não estejam certos e que ele seja realmente melhor. O filme recomendo para ver se aparece alguém para debater comigo, entretanto, creio que se você não for curioso como eu, irá parar na metade do filme. Por favor, não deixe de comentar sua opinião! Minha nota: 3. 

Ana Cristina Rocha

2 de maio de 2013

Resenha: Livro "O Guia do Mochileiro das Galáxias" de Douglas Adams


Pelo fato do livro ser de ficção científica, humor, viagem ao espaço com direito a alienígenas, e além de todos falarem bem dele, resolvi ler o livro. Demorei um pouco para terminar o livro e também para escrever e terminar a resenha: O Guia do Mochileiro das Galáxias é um livro que você só entende lendo. Mas vamos lá:

Sinopse: Arthur Dent tem sua casa e seu planeta (sim, a Terra) destruídos em um mesmo dia, e parte pela galáxia com seu amigo Ford, que acaba de revelar que na verdade nasceu em um pequeno planeta perto de Betelgeuse.

Considerado um dos maiores clássicos da literatura de ficção científica, este livro vem encantando gerações de leitores ao redor do mundo com seu humor afiado. Este é o primeiro título da famosa série escrita por Douglas Adams, que conta as aventuras espaciais do inglês Arthur Dent e de seu amigo Ford Prefect. A dupla escapa da destruição da Terra pegando carona numa nave alienígena, graças aos conhecimentos de Prefect, um E.T. que vivia disfarçado de ator desempregado enquanto fazia pesquisa de campo para a nova edição do Guia do Mochileiro das Galáxias, o melhor guia de viagens interplanetário. Mestre da sátira, Douglas Adams cria personagens inesquecíveis e situações mirabolantes para debochar da burocracia, dos políticos, da "alta cultura" e de diversas instituições atuais. Seu livro, que trata em última instância da busca do sentido da vida, não só diverte como também faz pensar.

O livro começa na Terra, com Arthur Dent tentando salvar sua casa de uma demolição, uma demolição necessária para que se possa construir um desvio. Depois de tanta confusão, Arthur não só acaba perdendo a sua casa, mas todo o seu planeta também.  De uma forma extraordinária, Arthur e seu amigo Ford Prefect conseguem escapar e pegam carona com a nave Vogon, a mesma nave que destruiu a Terra. Um detalhe importante, talvez, é que o amigo de Arthur, Ford, não é um humano (sim, ele é alienígena) e ele estava na Terra fazendo uma pesquisa para o livro "O Guia do mochileiro das Galáxias".

Bom, na nave Vogon acontece coisas interessantes e "perigosas", vamos dizer assim. E depois de tanta adrenalina e de uma suposta morte dos dois, eles acabam parando por um milagre na nave Coração de Ouro, uma nave que foi roubada por Zaphod Bleeblebrox, um alienígena de duas cabeças e três braços, presidente da galáxia e primo de Ford. E assim eles viajam junto com Trillian, uma terráquea assim como Arthur, e com Marvin, um robô depressivo – e curioso, ao meu ver –, pelo espaço chegando até o planeta Magrathea, um planeta famoso por fabricar planetas, lendário e adormecido

Em Magrathea, acontecem mais aventuras e Arthur faz várias descobertas sobre a história da Terra, incluindo "o porquê da Terra", e que podem deixar qualquer um completamente maluco. 

Minha opinião final sobre o livro é que ele é bom e legal, mesmo ele tendo algumas partes cansativas e chatinhas.  Em todo o decorrer do livro você acaba soltando umas risadas causadas pelas piadas sem sentidos porém inteligentes, e é isso que o diferencia dos outros livros do gênero. 

O livro é composto de vários contos que explicam o porquê disso e o porquê daquilo, fazendo com que a gente entra e entenda a atmosfera engraçada, complexa, surpreendente e sem noção do livro. Mesmo tendo esses contos, ele é todo contado na mesma pessoa e tem a escrita leve, descolada e divertida.

Em 2005 lançou um filme baseado no livro e recebeu o mesmo nome (O Guia do Mochileiro das Galáxias), ainda não o assisti, mas ele está na minha listinha. Assim que eu ver eu faço uma resenha dele também! 

Recomendo esse livro para quem não entendeu muito bem essa resenha - se você ler o livro, você entenderá -, para quem gosta de humor, gosta de pensar, gosta de ficção científica, gosta de coisas sem sentidos,  gosta de clássicos, quem ficou curioso e para quem é e não é nerd. 

O Guia do Mochileiro das Galáxias - Volume Um da Trilogia de Cinco
Autor: Douglas Adams
Editora:
Arqueiro
Páginas:
208
Edição:
2004 

Avaliação: 

Até mais, 
Ana Cristina Rocha

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